Monday, June 22, 2009

Brecht.com

Fui ao teatro, fui ao cinema, matei o concerto (menina má), pois preferi ir ao lançamento do livro de minha amiga Adriana Lisboa (boa menina). O filme? Assim, assim. Bom para coroas sonhadoras e para jovens atores e atrizes, que podem ver dois grandes atores transformando uma historinha gasta num passatempo regular. A peça? Ingênua. Nosso mundo está muito mais sofisticado que o de Brecht, mais cínico. Duvido que a platéia tire as conclusões pedidas pelo elenco, ninguém vai dar bola para aquela divindade, nem para o conflito da jovem prostituta que acredita em amor, nem se impressionar com o aguadeiro que se mutila para ganhar uma pensão– tudo dejà vu, infelizmente. O livro da amiga? É infantil, e estou guardando para ler acompanhada por uma criança. Mas é lindo, ilustrado pelo fantástico Rui Oliveira.
Hoje entreguei minha resenha para o Rascunho. Falo sobre o Frenesi polissilábico, do Nick Hornby, mas acho que falo mesmo é sobre o Rascunho – esse jornal idealista que se mantém graças ao Rogério Pereira, um dínamo, todo coração e energia, sonho e realização. 
Agora vou aos textos para a UFF. E ainda darei aula, hoje. Mas estou me sentindo melhor (passei o fim de semana meio adoentada) e com muita alegria por ter cumprido meus prazos. E por ter internet, ora viva!

1 comment:

Guilherme Ramos said...

Ora, VIVA! Mesmo!
Hora após hora...
Simplesmente: VIVA!
(ALEGREMENTE...)

Bjo!
(de melhoras!)